quinta-feira, 21 de agosto de 2014

GP - Brasil 3x0 China



E tudo voltou ao normal, ainda bem. Não só pelo fato do Brasil voltar a ganhar, mas, principalmente, voltar a jogar bem.

A base central do time - Jaqueline e Dani Lins - sustentou esta recuperação. Já vimos que a Jaque é o termômetro desta seleção. Se ela for mal, o time inteiro cai. E no confronto contra a Turquia, nem ela se salvou. Contra a China, ela voltou a estabilizar o passe brasileiro, o que ajudou a Dani a fazer uma distribuição inteligente.

Thaisa e Garay tiveram mais dificuldades para se recuperar da partida anterior. A ponteira só foi ganhar confiança e a pontuar no ataque no segundo set. A central, no terceiro, quando conseguiu, depois de muitos erros nos sets anteriores, encaixar uma boa sequência de saques.

Parte desta discrição da Thaisa na fase final se deve também às dificuldades do Brasil em manter a relação saque-bloqueio eficiente, como conseguiu na fase classificatória.

E assim foi: um Brasil capenga, ainda sem jogar o seu melhor, venceu a China que, mesmo sem quatro titulares, é um time melhor e com mais recursos individuais do que a Turquia. 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

GP - Brasil 2x3 Turquia

Encerrei o último post dizendo que o título do Grand Prix só se afastaria das mãos do Brasil caso ele próprio permitisse. E a seleção permitiu.

Não se trata de desmerecer a Turquia, que fez o dever de casa direitinho. Colocou pressão no saque e marcou muito bem as bolas com a Thaisa e com a Garay. Realmente não poder contar com a Darnel fez o time ter uma distribuição mais homogênea e menos óbvia. Mas só venceu porque o Brasil permitiu. Pior, porque a seleção aceitou a pressão e não soube dar o troco.

Fica difícil aceitar que uma equipe madura e inteligente como a brasileira não tenha sabido sair das armadilhas impostas pela Turquia e, muito menos, não tenha ela conseguido impor dificuldades ao adversário. Uma sequência de bons saques da Sheilla desconstruiu o time turco. Simples assim.

Não é possível que o bi-campeão olímpico se sinta ansioso e perca a lucidez desta forma. Ficar assim no primeiro set, tudo bem. Mas a partida inteira é um retrocesso, é voltar àquele time que iniciou a Olimpíada de Londres. 
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O saque e o bloqueio brasileiros, pontos fortes da equipe até então, praticamente inexistiram na partida. O bloqueio só foi aparecer com a entrada da Ana Carolina no terceiro set, quando o jogo já estava à beira do precipício para o Brasil.

Aí vem a questão: por que demorar tanto para fazer as substituições? A Garay estava quase que implorando para ser tirada de quadra desde o início. Estava comprometendo no passe e no ataque. Se não é nesses momentos que devemos contar com as reservas, não sei quando vai ser.

Ao menos, mesmo que tardiamente, a minha dúvida sobre o potencial das reservas foi sanada. Sim, elas têm capacidade de entrar e comandar uma recuperação. 


domingo, 17 de agosto de 2014

GP - Brasil 3x0 Tailândia



Era previsível que o Zé Roberto voltasse com o time titular contra a Tailândia, que é um adversário chato pelo seu volume de jogo. Com as “oficiais” em quadra, o Brasil não correria o risco de ter mais trabalho do que o necessário para encerrar a fase classificatória invicto.

E foi assim que aconteceu. Mesmo com toda eficiência defensiva da Tailândia, o Brasil achou o caminho para pontuar no ataque com a Fabiana. A central foi nossa melhor jogadora. Ela se adapta melhor ao jogo veloz do que a Thaisa, tanto no ataque como no bloqueio. 
 
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A baixa estatura das tailandesas poderia representar maior facilidade do nosso bloqueio, que tem atropelado os adversários. Mas não foi o caso nesta partida. O bloqueio brasileiro foi discreto, bailou com a habilidade da levantadora Tom Tom – Thaisa que o diga...

Desta vez, o saque acabou por ser mais decisivo, recuperando o Brasil nos momentos de crescimento da Tailândia, como na entrada da oposto reserva no segundo set e dos nossos erros de recepção. 

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Ao final da fase classificatória, pode-se dizer que a Andreia dá adeus à seleção este ano. Passou em branco nas inversões que entrou. Não me parece que haja uma confiança por parte da Fabíola em acioná-la e também nem dela própria. Vejo-a perdida, sem a determinação que víamos no Pinheiros. Ainda não se adaptou. Foram poucos os testes, é verdade, mas não correspondeu. Ao contrário da Monique que, mesmo com pouco espaço, mostrou mais resultado. 

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Quarta-feira começa a fase final. Além de Brasil, Bélgica, Rússia, China, Turquia e Japão participam.

Destas equipes, só a Rússia é capaz de atrapalhar a conquista do decacampeonato brasileiro. Ainda assim, o Brasil tem se mostrado em um nível superior a todas essas seleções; só perde o título se permitir.

sábado, 16 de agosto de 2014

BP - Brasil 3x0 Rep. Dominicana



Quem diria. O Zé Roberto colocou o todo o time reserva para jogar contra a República Dominicana. E, quem diria, as domenicanas não deram 1/3 do trabalho que costumam dar às brasileiras.

A verdade é que o ataque reserva do Brasil virou as bolas com muita facilidade. A Rep. Dominicana não esteve preparada para os ataques de Gabi, Tandara e Natália e isso contou a favor para que nos dois primeiros sets a seleção abrisse vantagem com tranquilidade.

Foi uma boa surpresa ver que a linha de passe, mesmo formada com Gabi e Natália, tenha ido bem. É verdade que a Rep. Dominicana é pouco consistente em tudo o que faz, por isso o Brasil sofreu pouca pressão no saque.

Aliás, esse é o grande pecado das dominicanas e o que as impede de evoluir e dar um salto de qualidade. A equipe vive de alternar momentos de disciplina e concentração com outros - que são a maioria - de erros técnicos e bobos. Parece sempre um time em formação, irregular no desempenho mesmo com boas peças individuais.

Voltando a falar do Brasil, vale a pena destacar a Gabi. Leve, voando alto e com a mão pesada, ela nos relembrou porque foi chamada à seleção ano passado.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

GP - Brasil 3x2 EUA


O Brasil teve que lutar nesta partida contra um adversário forte, mas também contra si próprio.

Os Estados Unidos, como sempre, marcaram bem nossos ataques pelas pontas. Tiveram, nesta partida, um saque mais eficiente, o que complicou um fundamento brasileiro que até então vinha se comportando bem: o passe.

Mas o Brasil também colaborou para que o seu desempenho caísse. A desconcentração tomou o time na recepção, no saque e no ataque... A seleção cometeu erros bobos nestes fundamentos, dando muita margem pros EUA crescerem. 



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Eu ainda estou preocupada com nossa construção e aproveitamento dos contra-ataques pelas pontas. Menos mal que as bolas mais difíceis nesta situação - a rápida pelo meio com a Thaísa e a china com a Fabiana - são as nossas melhores saídas e são facilmente acionadas pela Dani Lins. 


E também me preocupo com as nossas opções na reserva. O quanto podemos contar com elas para comandar uma recuperação? Nesta partida, a mais delicada que enfrentamos, as substituições não surgiram o efeito esperado. 


O bom disso tudo é que o Brasil enfrentou uma situação complicada na competição pela primeira vez. Saiu perdendo, teve que correr atrás e se reestruturar. Momentos de menor rendimento vão acontecer, o importante é saber dar a volta a eles. E foi o que a seleção mostrou saber fazer.

domingo, 10 de agosto de 2014

GP - Brasil 3x0 EUA


Os Estados Unidos fizeram o Brasil suar. Apesar dos 3x0, este foi o confronto mais difícil para a seleção neste GP.

A principal dificuldade brasileira esteve no ataque. Os EUA, estudiosos e bons conhecedores do nosso jogo, marcaram muito bem os ataques brasileiros, que dificilmente caíram de primeira.

Em compensação, o Brasil fez uso do seu melhor fundamento neste GP: o bloqueio. Apareceu nos momentos mais decisivos. Não por acaso, três jogadoras (Thaisa, Fabiana e Garay) estão entre dez as maiores bloqueadoras da competição. 


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Não entendi a estratégia (ou a falta de) dos EUA no saque. Invariavelmente, os saques iam no mesmo lugar, no centro, e com a mesma força. Totalmente previsível e controlável pela Jaqueline ou pela Garay. O Brasil, pelo contrário, variava os “alvos” e usava saques curtos e longos, dando mais trabalho ao passe norte-americano.

O passe não foi problema para a seleção e a Dani Lins novamente conseguiu fazer uma boa distribuição entre as atacantes. Mas ainda vejo falta de maior precisão na organização dos contra-ataques, com bolas mal levantadas. São chances que o Brasil acaba desperdiçando.

E, finalmente: habemus Tandara! Ela foi muito bem no segundo e terceiro sets, tendo bolas importantes para virar e correspondendo. Se ela se mantiver assim, teremos um grande trunfo no banco. Só temos que ficar na torcida para que nenhum outro problema físico a impeça de servir à seleção. 


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Momento de reflexão

 

A Fabizinha, como todos devem ter reparado, virou comentarista da Globo e esteve nas transmissões desta rodada do GP. Ouvindo-a, pensei como os (ex) atletas pouco ou nada acrescentam sobre o conhecimento da modalidade a nós (leigos, pero no mucho) quando são comentaristas de TV .

Não sei se entram no modo automático e repetem tudo aquilo que se costuma ouvir nas transmissões ou realmente não têm um conhecimento mais profundo do esporte que praticam ou praticavam.

Há exceções, mas, a grande maioria se restringe a comentários básicos. Entendo que, por ser TV aberta, a transmissão deve atingir a todos, mesmo aqueles que não entendem nada do esporte. E a emissora está interessada mais na imagem e nome do atleta, que ele seja reconhecido pelo público, do que pela sua capacidade de análise.


Ainda assim, me incomoda o fato de atletas que viveram ali o dia-a-dia, muitas vezes recém-saídos desta rotina, não tenham nada mais a dizer do que aquilo que a gente está vendo. Falo isso porque gostaria de aprender mais sobre o vôlei, que certamente é mais complexo do que a gente vê e, inclusive, comenta aqui.  

sábado, 9 de agosto de 2014

GP - Brasil 3x0 Rússia


Está difícil achar algum time capaz de bater o Brasil neste início de Grand Prix. A seleção está num nível de preparação bem mais avançado do que as demais que disputam o torneio.

Contra Rússia, novamente o Brasil foi muito bem. Fica difícil apontar um destaque quando se tem um conjunto tão bem equilibrado. Ainda assim, quero ressaltar a atuação da Thaisa nesta partida. Ela foi fundamental no momento mais crítico para a seleção, que foi no segundo set.

A Rússia tomou a frente no placar com a relaxada no saque e o mau aproveitamento dos contra-ataques do Brasil. Mas perdeu esta vantagem por dois motivos: os erros que cometeu e o desempenho decisivo da Thaisa no bloqueio. Ela matou três ataques russos quase que na sequência e a seleção virou o set. 

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É curioso que, no segundo set, a Rússia tenha se destacado na defesa e o Brasil no bloqueio. Uma inversão do que costumam ser os pontos fortes de cada equipe. Aliás, o bloqueio russo praticamente inexistiu, o que se pode colocar na conta da Dani Lins, com uma distribuição homogênea e bolas velozes.

Outro ponto positivo deste confronto foi os poucos erros cometidos pelo ataque do Brasil. No saque, mesmo forçando, a seleção tem tido um bom aproveitamento. O problema estava, nas outras partidas, nos desperdícios de ataque e contra-ataque. Hoje, a seleção deu poucos pontos de graça ao adversário e, quando errou, não foi nos momentos decisivos – o que mostrou uma boa resposta do grupo à pressão. No caso, a Rússia é que falhou quando sentiu a ofensiva brasileira.

Agora, não vamos achar que esta partida diz algo sobre o Mundial. A Rússia nunca deu bola para o Grand Prix e não vai ser agora que vai levá-lo a sério. No Mundial, a história vai ser outra. Ali vamos ter a Goncharova realmente em quadra e - o mais temido - a volta da Gamova. 


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

GP - Brasil 3x0 Coreia do Sul

 
Não sei se era a lembrança daquela fatídica derrota na Olimpíada de Londres, mas esperava que o Brasil enfrentasse maiores dificuldades contra a Coreia.

No fim, a falta de repertório coreana e a qualidade do conjunto brasileiro tornaram a partida num confronto completamente desigual.

As brasileiras só encontraram dificuldades no início do primeiro set. Até este momento, a Kim tinha facilidade para pontuar. Quando a  defesa brasileira começou a chegar  nos ataques da Kim e a contra-atacar, a Coreia perdeu o Brasil de vista e só foi vê-lo novamente nos cumprimentos ao final do jogo.

A seleção manteve a forte atuação no saque e no bloqueio da primeira rodada. Impressionante como em tão pouco tempo um fundamento como o bloqueio esteja tão afinado. Pode demorar a entrar no jogo, mas tem feito muito a diferença em favor do Brasil. 
 
Mas acho que o melhor desta partida foi ver os pontos de ataque mais bem distribuídos. A Dani conseguiu jogar mais com as pontas, sem recorrer o tempo todo às centrais. Assim, vimos uma Sheilla mais presente e o ataque bem mais equilibrado - e o que é mais importante: com todas correspondendo bem à função.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Rodada do Alívio



Brasil 3x1 China; Brasil 3x0 Itália; Brasil 3x0 República Dominicana


 
Primeiro, queria pedir desculpa por este delay na cobertura da rodada de estreia do Brasil no Grand Prix. Estou sem internet em casa desde sexta-feira (obrigada, Oi!), o que dificultou que os comentários fossem atualizados.

Agora que, finalmente, estou conectada, vou reciclar o post que fiz sobre a partida contra a China (que foi deletado) para comentar os três primeiros jogos do Brasil no GP.

Acho que foi um alívio ver que o Brasil reencontrou o seu caminho nesta temporada. As atuações não foram nada de extraordinário, a seleção deu lá suas vaciladas, mas foi bem melhor do que tinha apresentado até então.

Os desempenhos e os resultados do Montreux e dos amistosos contra os Estados Unidos preocuparam e deixaram uma pulga atrás da orelha. Acho que o início do GP anunciou o fim destas desconfianças com a seleção.

Boa parte desta recuperação dá pra botar na conta da Jaqueline. Ela deu mais segurança à linha de passe. Quando a Garay falhou, a Jaque a cobriu e assumiu a recepção com qualidade - o que, obviamente, não acontecia quando a Garay tinha Natália ou Gabi ao seu lado.

Outro ponto importante para as vitórias foi a estratégia de saque e bloqueio. O Brasil se safou de momentos delicados, quando apresentou problemas na recepção e no ataque, graças a um saque forçado e um bloqueio bastante eficiente. Nas três partidas, a seleção foi muito superior em pontos de bloqueio e foi, quando ele começou a entrar nas partidas, que o time conseguiu abrir vantagem. 

 
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O Brasil só perdeu o controle dos jogos quando o passe falhou. O mais preocupante é que nosso ataque titular não rende bem com bolas simples e altas nas pontas, que costumam ser a saída das levantadoras nestas situações. A Garay é quem ainda consegue apresentar melhor eficiência nestas bolas, mas normalmente é ela quem está sofrendo pressão – e errando – no passe, o que compromete o desempenho no ataque.

Ou seja, é uma situação complicada de virar. Nas partidas do GP, o Brasil conseguiu sair destes momentos contando com os erros adversários ou dando a bola de graça pra outro lado e apostando na sua defesa e no seu bloqueio.

Mas penso: e quando isso não acontecer? Quando o time travar na virada de bola? É nessas horas que olho pro banco e não vejo quem poderia: 1- arrumar o passe, ao lado da Jaqueline; 2- ser uma opção para o ataque de bolas altas na ponta.

Na primeira situação, não há mesmo ninguém no grupo com estas características. Para a segunda, o melhor nome seria a Tandara. Só que, né... Não sei quando ou mesmo SE a seleção, um dia, vai poder contar com ela.

domingo, 13 de julho de 2014

Ainda somos os mesmos



Estou tentando achar o tom certo para avaliar esta série de derrotas nos quatro amistosos contra os Estados Unidos. À primeira vista, impressiona o fato do Brasil não ter conquistado uma vitória sequer. Mas mais preocupante que os resultados em si, é o desempenho – que me parece, pelo que se pode acompanhar nas descrições e estatísticas dos jogos, não melhorou.

O Brasil é o mesmo de Montreux. Deu uma turbinada no ataque com os retornos da Fabiana, da Thaisa e da Garay, mas a volta da Sheilla não parece ter sido enriquecedora para o time. A oposto teve dificuldades em pontuar.

Os problemas na composição da dupla das pontas também tem perseguido a seleção neste início de temporada. Por enquanto, nem Gabi nem Natália, as opções do Zé Roberto, mostraram qualidade suficiente para segurar o passe. E acho que daí não vai sair nada melhor do que estamos acompanhando, infelizmente. 


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Reitero (como no post final sobre Montreux) a necessidade de termos a Jaqueline de volta neste time. Mas, aí, temos a notícia, no meio dos amistosos, que ela não foi aos Estados Unidos porque tinha que resolver questões pessoais. Para variar, a CBV não faz questão de dar as informações de forma clara. A jogadora estava no grupo que esperava para embarcar para os EUA e, de repente, não constava na lista de relacionadas para partida.

Não sei quanto tempo ela vai ficar afastada do grupo, mas é uma pena que o retorno dela tenha que ser postergado. Para a Jaque voltar a ter ritmo de jogo vai demorar. O quanto antes ela assumir esta posição, melhor. Se ela vai recuperar o mesmo nível de jogo que apresentava antes de parar, não se sabe. Mas é uma aposta necessária. Não vejo outra saída neste grupo atual. Só ela tem a habilidade necessária para consertar o fundo de quadra. 


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+Mais

- É estranho que, mesmo com todas as composições usadas nesta série de amistosos, a Tandara não tenha sido utilizada em nenhuma delas. Será que ela teve algum problema físico, já que não esteve relacionada no primeiro jogo? Ou foi opção do treinador? Isso, CBV, é o que a gente gostaria de saber. Um pouquinho mais de comunicação com o torcedor não faria mal. Pelo contrário, evitaria especulações.